Conhecendo melhor os SSD’s

Há alguns dias atrás (20/10/2010)  li um artigo sobre SSD’s :
http://www.guiadohardware.net/tutoriais/entendendo-ssd/

Alguns pontos interessantes:
* Existem dois tipos de memórias Flash:
NOR:
** acessíveis como memória RAM, permitem XiP (Execute in Place)
** mais caras
** tempo de leitura rápido, tempo de escrita muito alto
NAND:
** acessíveis serialmente (como um HD)
** trabalha internamente com páginas de 4KB
** mais baratas, tempo de escrita melhor que a NOR
* Primeiros SSDs eram sofríveis. O SSD usado nos primeiros EeePC por exemplo tinham taxa de gravação de apenas 48KB/s (muito baixo)
* Um SSD de segunda geração pode atingir taxas de 250MB/s e 80MB/s (leitura e escrita sequencial respectivamente).
* Após algum tempo de uso, os SSDs apresentam uma perda de desempenho, semelhante apenas em aparência a uma perda de desempenho causada por fragmentação em um HD tradicional, mas com uma causa totalmente diferente (http://www.guiadohardware.net/tutoriais/entendendo-ssd/ssd-novo-velho.html). Em SSDs mais atuais os fabricantes implementaram alguns mecanismos para minimizar o problema.
* A estimativa de vida útil de um SSD não é tão alta quanto boa parte do pessoal é levado a pensar (a velha lenda de que simplesmente por não ter partes móveis a durabilidade seja maior). Na prática as estimativas de vida útil dos SSDs atuais giram em torno de 5 a 10 anos.
* Nos próximos anos há uma tendência para aumentos de capacidades, mas os preços não devem ter uma queda muito significativa. Devido também ao fator custo, SSDs não são vantajosos para armazenamento de grandes volumes de dados, sendo mais vantajoso combinar o uso de SSD para o sistema operacional e HDs para a massa de dados.
* Por diversas questões técnicas, a tecnologia de memória Flash usada nos SSDs não escalará a longo prazo.
* A principal candidata a sucessora da memória Flash é a PCM (Phase-Change Memory), uma tecnologia que estava em estudo na decada de 60/70. Com a evolução da memória RAM e mídias magnéticas essa tecnologia foi deixada de lado, mas está sendo retomada agora pela ameaça de estagnação da memória Flash.

E coincidentemente ontém a noite li um artigo sobre o impacto das taxas de transferência e IOPs mais altos dos SSDs e pontos que precisam melhorar no kernel Linux para conseguir tratar melhor esse tipo de dispositivo de blocos. Segue o link: http://lwn.net/Articles/408428/

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pendrive bootável com DOS (útil para updates de BIOS, firmware)

Vou repassar uma dica que pode ser útil em alguma situação futura, tipicamente em casos de update de flash de BIOS de placa mãe.

Hoje (14/7/2011) eu precisei fazer um update desse tipo em um servidor SuperMicro, e inicialmente tentei uma dica passada pelo suporte da própria SuperMicro:

http://www.softpedia.com/get/System/Boot-Manager-Disk/BootFlashDOS.shtml

Testei com esse programa, usando uma máquina com Windows XP.
Porém, ao testar o boot via pendrive, não funcionou.

Pesquisei no google, e encontrei esse link:
http://www.adrenaline.com.br/forum/area-windows/181133-criando-um-pendrive-bootavel-do-ms.html

Através dele, baixei dois arquivos:
http://www.techpowerup.com/articles/34/images/SP27213.exe
http://www.techpowerup.com/articles/34/images/USBImage.zip

E o procedimento funcionou com sucesso.

TeamSpeak & gametracker

Para permitir que o gametracker faça o scan do seu server de TeamSpeak, podem ser necessários alguns ajustes de permissões, que podem ser feitos pelo TS3 Client caso você seja admin do server:

  • menu Permissions, Server Groups
  • aba Server Groups, Groups Guest
  • painel direito, Virtual Server, Information
  • duplo clique nos 3 itens com seta verde, para deixar como o screenshot abaixo:

ajustes permissoes teamspeak gametracker

TeamSpeak + Linux + Urban Terror

O TeamSpeak é um software VoIP muito útil para comunicação entre grupos, é muito usado para conversações entre times/clans em jogos on-line.
Meu objetivo era utilizá-lo em jogos com meu clan de Urban Terror.
No Linux, tive problemas para utilizá-lo em conjunto com o jogo, pois ele usa OSS, e não misturava o som dele com o som do jogo (ou de outros aplicativos que usam a placa de som).

Usando o arts, cheguei a uma solução intermediária, conseguia pelo menos ouvir o som do TeamSpeak (TS) durante o jogo, iniciando-o via artsdsp, porém o microfone não funcionava.

A gambiarra que resolveu por enquanto foi o aoss, que permite aplicações legadas usarem OSS através do ALSA.
Fiz assim:

  • Instalação do pacote (Fedora):
  • yum install aoss

  • Modifiquei o script original do TS para usar o aoss:
  • [user@host dir] cat /opt/TeamSpeak2RC2/TeamSpeakalsa
    #!/bin/bash
    export LD_LIBRARY_PATH=/opt/TeamSpeak2RC2:$LD_LIBRARY_PATH
    aoss /opt/TeamSpeak2RC2/TeamSpeak.bin $*

  • Inicio o TS pelo comando:
  • /opt/TeamSpeak2RC2/TeamSpeakalsa

  • Nas configurações do TS, coloquei para usar “push to talk”, e mapeei a tecla de ativação para o CAPS LOCK. Sem fazer isso, e deixando ele pra ativar a transmissão de voz pelo nível de som do microfone, não funcionou direito: não importam as regulagens de volume tanto do sistema quanto do TS, fica sempre ativado. Anteriormente tinha tentado mapear a tecla de ativação para o End (que fica entre o teclado normal e o teclado numérico), mas não funcionava durante o jogo.

Sistemas Operacionais Modernos

“Diretório é do sistema. Pasta é do usuário.”

xnxlinks #20081002

abendou!

Na época em que trabalhei no HSBC tive contato com uma expressão curiosa, o tal do “o servidor tal abendou!”

Esclarecido o mistério 🙂

foo bar x fubar

http://en.wikipedia.org/wiki/Foobar
The term foobar is a common placeholder name, also referred to as metasyntactic variable, used in computer programming or computer-related documentation.

http://en.wikipedia.org/wiki/FUBAR
FUBAR is an acronym that commonly means “Fucked Up Beyond All Repair” (used to describe the state of some equipment) or “Fucked Up Beyond All Recognition” (used to describe a situation or scenario), which now exists in many variations. Although it originated in the US Armed Forces, its usage has spread to civilian environments.

Urban Terror & Linux

Tenho o Urban Terror 4.1 instalado em um Fedora Core 6, em ${HOME}/Games/UrbanTerror/, e vou compartilhar alguns ajustes que fiz aqui.

Antes de tudo, vá para o diretório onde instalou o jogo. No meu caso:
cd ${HOME}/Games/UrbanTerror/

Gerando logs

  • Diretório para os logs:
  • mkdir log
  • Script para jogar salvando logs:
  • [user@host UrbanTerror]$ cat <<EOF > play.sh 
    #!/bin/bash
    ./ioUrbanTerror.i386 >log/urt-`date +%Y%m%d-%H%M`.log 2>&1
    EOF
    [user@host UrbanTerror]$ chmod 755 play.sh
    

Para jogar, execute ./play.sh. Os logs serão gravados em formato texto em ./log/

Demos
Um bug bem simples que impede rodar os demos gravados: os demos são gravados em arquivos com maiúsculas e minúsculas, enquanto a rotina de tocar os demos espera arquivos com tudo em maiúsculas.

  • Criando link para o diretório de demos:
  • ln -s ${HOME}/.q3a/q3ut4/demos demos
  • Script para consertar os nomes de arquivos:
  • [user@host UrbanTerror]$ cat <<EOF > arrumademos.sh 
    #!/bin/bash
    cd demos
    for file in `ls *ut4* 2>-`
    do 
            mv -v ${file} `echo ${file/dm_68} | tr a-z A-Z`dm_68
    done
    EOF
    [user@host UrbanTerror]$ chmod 755 arrumademos.sh
    

Outros links úteis:

Mirror’s Edge, Breakdown

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